Postado por: elderes | Dezembro 21, 2007

To formado!!!

Nossa… minha última aparição por aqui foi em Junho, quando prometi voltar a postar com frequência…

… e só agora estou de volta!

Estes meses após Junho foram bem corridos, exaustivos, cansativos e qualquer outro sinônimo disso que seja possível usar aqui!

Mas agora venho com uma ótima notícia (pelo menos pra mim, e para meus pais que, teóricamente, pararão de me bancar!) - ME FORMEI! :D

Após 5 longos anos de faculdade (e em tempo integral), graças a Deus cá estou! Bacharel!

E agora é…

… FÉRIASSS!!!

Pretendo retornar ano que vem a postar aqui… até lá: Feliz Natal, ótimo Ano Novo, saúde… paz… e aquelas coisas todas que todos se desejam nesta época do ano!

Teh

Postado por: elderes | Junho 22, 2007

recomeçando, de novo…

… o título deste post é redundante, embora expresse o que está acontecendo! hehe

Após um bom tempo inativo (de novo, e por isso o título) voltarei a postar neste! E espero, espero mesmo, dar continuidade dessa vez!

Bizarrices, tecnologia, acontecimentos diários (cômicos ou engraçados), minha saga do quinto (e último, :D) ano de faculdade, monografia comendo solta, música, culinária, religião, política, etc….

… devem ser os assuntos tratados neste, novamamente, e a partir de então!

Abç

Postado por: elderes | Junho 22, 2007

>> leiam!!

” Um proprietário de navios está prestes a mandar para o mar um navio de emigrantes. Ele sabia que o navio estava velho, e nem fora muito bem construído; que vira muitos  mares e climas, e com freqüência necessitara de reparos. Dúvidas de que possivelmentenão estivesse em condições de navegar lhe haviam sido sugeridas. Essas dúvidas lheoprimiam a mente e o deixavam infeliz. Ele chegou a pensar que o navio talvez tivesse de ser totalmente examinado e reequipado, ainda que isso lhe custasse grandes despesas. No entanto, antes que a embarcação partisse, conseguiu superar essas reflexões melancólicas. Disse para si mesmo que o navio passara por muitas viagens e resistira a muitas tempestades em segurança, que era infundado supor que não voltaria salvo também desta viagem. Ele confiaria na Providência, que não podia deixar de proteger todas essas famílias infelizes que estavam abandonando sua terra natal [...]. Tiraria de sua cabeça todas as suspeitas mesquinhas sobre a honestidade dos construtores e empreiteiros. Dessa forma, ele adquiriu uma convicção sincera e confortável de que o seu navio era totalmente seguro e capaz de resistir às intempéries; assistiu à sua partida de coração leve e cheio de votos bondosos para o sucesso dos exilados naquele que seria seu estranho novo lar; e embolsou o dinheiro do seguro, quando o navio afundou no meio do oceano, sem contar histórias a ninguém.

William K. Clifford, The Ethics of Belief -1874 Apud Sagan, C. O mundo assombrado pelos demônios,  Cia das Letras, 1998.

“A humanidade gosta de pensar em termos de opostos extremos. É dada a formular suas crenças entre ou isto ou aquilo, entre os quais não reconhece nenhuma possibilidade intermediária.”

John Dewey, Experiencia e Educação - 1938.

Postado por: elderes | Janeiro 23, 2007

Redação interessante

Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco [ www.ufpe.br ] ) que obteve vitória em um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.

Eu, particularmente, achei sensacional! Não desmerecendo os demais que concorreram, mas ficou ótimoooo! Nota 10,0!

Leiam… ;)

“Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador… Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.  Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.

O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.

Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador >recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa.

Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando…ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo. Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

Começaram a se aproximar…ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois.

Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.

Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.

Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular: ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente… Era o verbo auxiliar do edifício ! Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.

Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era  melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente ! Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto.

Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.

O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.”

Postado por: elderes | Janeiro 21, 2007

Ano novo, coisas novas…

Esse eh um post bem pessoal.

O ano de 2006 foi complicado pra mim, admito! Algumas coisas boas aconteceram, claro. Não posso também reclamar neh… Mas se isso fosse um balanço, uma repensagem geral, uma pesagem entre os dois lados, teria pra mim que foi um ano abaixo da média, infelizmente! Mãããs ele jah se foi… e ficar falando dele não vai apagar ou melhorar fatos jah consumados!

Agora eh 2007…

Novos sonhos…

Novas espectativas…

Novos sentimentos! :D

Abaixo, algo que encontrei escrito mas infelizmente sem saber o autor… Espero que vc goste!

“Sorrisos! Sim, eu sorrio
Amigos! Sim, eu os amo
Futuro! Sim, eu ainda espero
Que eu viva por tudo que clamo

Meus dias passam ensolarados
Poucas nuvens negras vejo passar
Mas mesmo com elas presentes
Vejo uma beloa menina a me cortejar

Surpresa é de fato
Que tudo que eu não espero
Aparece no ato
Quando digo o que quero

Numa noite estrelada
Pedi aos brilhantes:
-”Me façam ser amado,
Como eu nunca fui antes!”

Que bobeira esmerar
Meu desejo de amar
Nos brilhos cadentes
À minha visão, tão inerentes

Surpreendentemente fui atendido
Agora suspiro,
Por uma nova investida!”

Abraço, boa semana! ;)

Postado por: elderes | Janeiro 5, 2007

Reativando…

Depois de um tempo parado, já ateh tinha esquecido meu wordpress… :P

Aí essa semana que passou, recebi dois comentários… Pessoas passaram por aqui e, demonstrando alguma satisfação com os textos aqui colados/escritos, comentaram!

Isso foi o suficiente para volta!

E pra (re)começar, FELIZ 2007! hehe…

[]’s

Postado por: elderes | Outubro 19, 2006

O Universitário

O universitário é uma espécime juvenil bastante interessante. Movidos pelo sonho de vencer na vida (ou só para curtir o estilo universitário), o universitário se mata de estudar para passar numa unviersidade pública, ou trabalha até não aguentar mais para pagar a mensalidade da faculdade particular. De uma forma ou outra, o universitário se esforça muito para chegar lá (aonde ninguém sabe, mas todo universitário chega lá). Depois de chegarem lá, eles não sabem o que fazer, afinal não fazem a menor idéia de onde tenham chegado. A sociedade é interessante: prega que o sentido da vida é chegar a um lugar abstrato, que ninguém sabe onde fica, e os motivos de chegar lá, mas é só chegando lá que nos sentimos completos.

É importante salientar que os universitários se dividem em três categorias: os vagabundos, os “nerds”, e os intermediários. A força motora que une esses três grupos é vendida no “boteco” na esquina da faculdade: o alcoól. Todo universitário que se preze é sócio de carteirinha do AA (Alcoólatras Assumidos). São horas a fio estudando no “boteco” na esquina da faculdade, onde todos se reúnem para cultos orgíacos em homenagem ao deus Baco (deus do vinho, seus ignorantes), ou em homenagem ao Preto Véio mesmo (deus da cachaça, seus ignorantes).

O universitário “nerd” é aquele sentado na primeira fila. Ele sempre levanta a mão quando o professor faz alguma pergunta; é também visitante frequente da biblioteca, e está sempre enchendo o saco dos professores com algum projeto de pesquisa. O universitário “nerd” é muito requisitado em dias de prova e trabalhos em grupo, e normalmente esquecido nas festinhas e comemorações. O “nerd” é também conhecido como “aquele-que-não-pega-ninguém”. A atividade sexual entre os “nerds” é solitária e individualista, o que nos deixa uma intrigante pergunta: como eles se reproduzem? A ciência ainda não foi capaz de responder a esta questão… Os nerds são responsáveis pela quase totalidade de pesquisas inúteis, como por exemplo: “A revista Veja como fator de marginalização”, ou “Bailes Funk: a junção de dois mundos”…

O universitário vagabundo é o típico estudante de filme norte-americano: tem Q.I de ameba, vive bêbado, não fala coisa com coisa (se você pensar bem todos os universitários dizem coisas sem sentido)… Esses seres habitam as matas, corredores, e pátios da faculdade. São chegados em coisas naturais: chá, erva, cerveja e coisas afins. São todos contra o sistema, sem ter a mínima idéia do que seja um sistema, ou “O SISTEMA”… O vestuário básico é: bermudão, camiseta velha e chinelo. Peço que você leitor, não confunda os universitários vagabundos com os estudantes de Artes Cênicas, Design de Moda, Produção Cultural e cursos afins. Esse pessoal é esquisito por natureza e força da profissão. Em miúdos: não são vagabundos, mas tem licença da prefeitura para trabalhar na profissão, caso queiram…

O universitário intermediário (grande maioria) tem maiores chances de ingressar com sucesso no mercado de trabalho (não disse que ele ingressará no mercado de trabalho). Enquanto o “nerd” gasta a maior parte do tempo com seu psicólogo e amizades virtuais (afinal, ninguém quer saber dele na vida real), e o vagabundo é incapacitado para o trabalho, o universitário intermediário mescla o molejo adquirido no cotidiano com o conhecimento da universidade (aquelas aulas servem para alguma coisa, acreditem). Claro, que essa combinação nem sempre é produtiva. Existem aqueles intermediários que não perdem uma festinha (como os vagabundos), mas não pegam ninguém (assim como os “nerds”)…

Não importa o tipo, a organização de festinhas é traço marcante dos universitários. É um tal de “arraiá”, choppada, reuniões, micaretas, churrascadas e qualquer outra coisa que envolva alcoól. Se você tem dúvidas sobre qual curso escolher, segue abaixo uma lista das matérias obrigatórias em todos os cursos:

Introdução aos Estudos Etílicos
Introdução aos Estudos Lúdicos
Noções Básicas de Alfabetização
Metodologia de Estudo I - Como usar o Google para não ter que estudar
Noções de Sobrevivência dentro Campus
Estudos Etílicos I - Cerveja e Vinho
Estudos Lúdicos I - Truco
Noções Básicas de Leitura - Como ler todos os textos sem entender nada
Metodologia de Estudo II - Como não frequentar as aulas sem levar faltas
Corredor Avançado
Estudos Etílicos II - Cachaça e Vodka
Estudos Lúdicos II - Poquer, Buraco e Canastra
Noções Básicas de Redação -  Como escrever muito sem dizer nada
Metodologia de Estudo III - Como colar

Prestando atenção em todas essas matérias você fará sucesso em sua faculdade, e aprenderá tudo o que precisa para conseguir uma boa vaga no mercado de trabalho, ou pelo menos não terá estudado tanto para ficar desempregado…

Postado por: elderes | Setembro 28, 2006

Conselho de um velho apaixonado

Aaah Drummond… Por quantas pessoas ele já não falou ein?! Seus escritos já não foram porta-vozes pra quanta gente ein!!!

Esse ae, tem falado por mim… :P

“Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida. Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu. Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem dágua neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês. Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: alguém do céu te mandou um presente divino : O AMOR. Se um dia tiverem que pedir perdão um ao outro por algum motivo e, em troca, receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais que mil palavras, entregue-se: vocês foram feitos um pro outro. Se por algum motivo você estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chorar as suas lágrimas e enxugá-las com ternura, que coisa maravilhosa: você poderá contar com ela em qualquer momento de sua vida.

Se você conseguir, em pensamento, sentir o cheiro da pessoa como se ela estivesse ali do seu lado… Se você achar a pessoa maravilhosamente linda, mesmo ela estando de pijamas velhos, chinelos de dedo e cabelos emaranhados… Se você não consegue trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que está marcado para a noite… Se você não consegue imaginar, de maneira nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado… Se você tiver a certeza que vai ver a outra envelhecendo e, mesmo assim, tiver a convicção que vai continuar sendo louco por ela… Se você preferir fechar os olhos, antes de ver a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida.

Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou encontram um amor verdadeiro. Às vezes encontram e, por não prestarem atenção nesses sinais, deixam o amor passar, sem deixá-lo acontecer verdadeiramente. É o livre arbítrio. Por isso, preste atenção nos sinais. Não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR!”

Carlos Drummond de Andrade

Notícias assim são muito boas de publicar…

Uma equipe da USP (Universidade de São Paulo) e outra da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) conquistaram, respectivamente, o primeiro e o segundo lugares em duas das seis categorias da Imagine Cup, torneio mundial de tecnologia promovido pela Microsoft. Os vencedores da competição, que terminou hoje em Nova Délhi (Índia) foram anunciados nesta sexta-feira.

A equipe da USP, formada por Roberto Sonnino e Eduardo Sonnino, da Escola Politécnica, venceu na categoria “interface design” com um projeto de interface chamado TransplantAction, que controla as necessidades para transplantes humanos.

Já o time da UFPE, formado por Carlos Eduardo Monteiro Rodrigues, Ivan Cordeiro Cardim e Madson Menezes Costa, ficou na vice-liderança na categoria “software design” com o projeto vEye (”Virtual Eye”, olho virtual), um sistema portátil que ajuda os cegos a se movimentar.

Desde o início, o projeto dos alunos da UFPE –elaborado com a colaboração de associações de deficientes visuais– vem dando frutos. O último deles foi ganhar o segundo lugar neste concurso e um prêmio de US$ 15 mil. No total, participaram 65 mil alunos de todo o mundo.

Realidade

Vestidos com a camisa da seleção brasileira de futebol e muito tranqüilos, os estudantes da UFPE apresentaram ao júri internacional o vEye e fizeram uma demonstração do funcionamento. Um dos membros da equipe tapou os olhos e caminhou guiado pelo inovador mecanismo vibrador instalado no pulso, que indica para onde a pessoa que não enxerga deve virar.

Os brasileiros ficaram muito satisfeitos com sua conquista e garantiram que continuarão “trabalhando no projeto com diferentes entidades de deficientes visuais”. “Queremos transformá-lo em realidade”, disse Cardim, afirmando que a idéia surgiu porque seu avô está ficando cego.

Durante a exposição do projeto, os rapazes falaram sobre o fato de haver mais de 160 milhões de cegos no mundo, o que os levou a elaborar esta solução que, segundo eles, “não é invasiva, é fácil de aprender e muito acessível”. Segundo a equipe, o preço do protótipo foi de apenas US$ 200, “o que poderia torná-lo muito acessível caso seja colocado no mercado”.

Eles garantem ainda que esse tipo de ferramenta poderia ser utilizado pela indústria para atrair consumidores com problemas visuais. Shoppings, por exemplo, poderiam oferecer a solução para facilitar as compras.

“Foi impressionante estar aqui. Isso se transformou em algo muito importante para nós, que, além disso, nos ajudou a entender os problemas dos cegos”, disse Madson.

Os estudantes querem que o software seja livre e que todos possam utilizá-lo. O desejo dos brasileiros pode não estar tão longe assim: algumas empresas indianas interessadas no vEye já fizeram ofertas.

Além da recompensa econômica e do fato de terem ficado em segundo lugar em uma competição de alto nível, a Imagine Cup possibilitou que eles conhecessem a Índia, um país muito diferente do Brasil. “Tivemos a oportunidade de visitar o Taj Mahal. Foi o melhor lugar do mundo em que já estive em minha vida”, disse Madson.

O argentino Leandro Doeyo, gerente regional de Relações Acadêmicas da Microsoft para a América Latina, ressalta com orgulho o “altíssimo nível de inovação que há na América Latina”.

“Estou muito feliz de ver que o futuro da indústria local de cada país da América Latina aqui presente é brilhante em três coisas fundamentais: inovação, utilidade e empregabilidade”, disse. “Na indústria da saúde, não há nada parecido com as aplicações apresentadas aqui. O que esses rapazes delinearam não existe no mundo real. Mas, além disso, não são aplicações teóricas. Elas podem começar a ser utilizadas hoje mesmo”, disse Doeyo.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20448.shtml

Postado por: elderes | Julho 20, 2006

de volta…

Depois de duas semanas sem qualquer coisa postada aqui, estou de volta!

Tinha dado um tempinho por estar de férias e queria/precisava dar um tempo de algumas coisas… esfriar a cabeça…

Neste momento estou no LTE - Laboratório de Trabalhos Específicos. É o laboratório usado pelos formandos (quase egressos) para TCC (Trabalho de Conclusão de Curso, vulgo monografia). É neste laboratório que passarei  boa parte do ano que vem… Se Deus quiser, no ano vindeouro, estarei empenhado com a minha! :)

Essa semana tah sendo complicada… depois de duas semanas indo dormir tarde da madrugada (quase todos os dias depois de 04h) e consequentemente acordando prá lah das 11h, a rotina está de volta… Aulas de 08h ateh 11h30, de 13h30 ateh 17h. Está sendo complicado adequar-me novamente aos horários… :P

Pra piorar um pouco mais, aulas aos sábados! Jah não bastava aulas de segundas ateh  sextas-feiras entre 08h e 17h, agora também aos sábados pela manhã… Eh a vida… ou melhor, eh a faculdade mesmo!

Para terminar, acabei de certificar-me que hoje eh dia da amizade. Então vamos para o comprimento trivial: feliz dia da amizade…  :P

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